Já faz um tempinho que as novas métricas do Facebook andam pressionando as empresas a patrocinar posts para chegar a mais pessoas e interagir com o público que interessa. Aliás, vamos combinar que é lindo de ver como o Mark escolhe as palavras certas. Afinal, impulsionar é um verbo maravilhoso em marketing e vendas, caindo como uma luva neste caso. O problema, ao nosso ver, é que o recurso acaba usado sem critério em alguns casos, o que pode ser pior que deixar um alcance apenas orgânico (sem pagar).

Antes de alguém achar que estamos nos metendo em contas alheias, a gente destaca que cada caso é um. Sabemos que em algumas marcas o patrocínio de postagens é condição de sobrevivência digital. Não é dessas situações que estamos falando. O nosso papo é sobre negócios em que parece não existir uma estratégia ao redor do impulsionamento.

 

Propósito

É o famoso fazer por fazer. Em se tratando de Face, além de viciar o algoritmo interno de alcance e acabar afetando posts em que não há investimento financeiro, isso pode cansar a audiência. Por mais relevante que sejam os materiais, o público precisa de tempo para processar as informações. O resultado de despejar muito post na timeline pode ser perda de seguidores, menções negativas e críticas.

A gente orienta a fazer uso do conteúdo pago quando a ação for justificada: eventos pontuais, notícias ou recados urgentes ou algo inédito/ surpreendente. Esses cuidados, aliados à forma de apresentação (que vai de um simples card até um app mais sofisticado), podem mudar a vida do público-alvo no momento em que recebem. Daí nada mais justo do que concentrar forças na sua multiplicação. Construir relacionamento sólido nas redes demanda tempo, empenho e boas ideias para compartilhar. É trabalho de formiguinha, assim como qualquer relacionamento, mas compensa e nem sempre precisa de muita verba. Quem quiser bater um papo sobre, pode nos convidar pra um café ou deixar a opinião aqui nos comentários!   😉

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